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domingo, 12 de junho de 2011

História Cantada...

Pois bem, hoje pode ser, o tão esperado dia dos namorados para alguns, ou o dia sem sentido para outrem. A minha opinião? Pouco importa, estou bem ou apática em relação a isso. (:
Nessa semana, quando estava enrolando para não estudar para prova, que por informação foi hoje, estava navegando pelo Youtube, vendo alguns videos e tal. E de repente: Bú, tinha encontrado um vídeo sobre a musica do Legião Urbana, Eduardo e Monica. 
Foi lindo, até me emocionei *-*  Eu já ouvia a musica há um tempo e foi muito bom ver alguém encenando, tanto é que eu gostei dos atores, os quais interpretaram o Eduardo e a Monica.
Enfim, pra quem nunca ouviu a musica e não viu o vídeo, logicamente, conta a história de um casal, que apesar de serem diferente em vários aspectos, são perfeitos um para outro. (Meus parabéns, embora tarde, para o tio Renato, por nos presentar com boas canções...)




Como sou generosa, aí está o vídeo. Foi uma boa homenagem (se objetivo foi esse) e uma ótima comemoração para o dia dos namorados. Caso queiram acompanhar com a letra: http://letras.terra.com.br/legiao-urbana/22497/
Beijos e até mais.
                                 Mabelle A.

sábado, 28 de maio de 2011

Um "Era uma vez..." diferente

Oi gente! (:
Faz tempo que queria postar uma crônica que gostei, mas não tive tempo durante a semana. ;/


"Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!
"


Achei interessante, principalmente a parte em que ele tenta convencer ela sobre como iria ser a vida deles juntos; isso pode ser uma comparação a independência das mulheres, em relação aos antigos modos de familia, fora entre outras criticas que o texto aborda. 
Não tirando o mérito, o autor da crônica é Luis Fernando Veríssimo
Até logo ! :*

P.S: Não relacione a imagem com o texto, é apenas para ficar bonitinho. .-.

sábado, 21 de maio de 2011

Apenas um Adeus...

Oi pessoas. (:
Hoje quero mostrar aqui uma narração que fiz e o meu professor, Zoni, corrigiu. Eu sei que preciso melhorar muito tal, mas ganhei um "criativo". Emocionante, não? rsrs...



Quando você ama alguém, a tendência não é machucar, deixar o amado... Você quer sempre estar por perto, cuidando, protegendo-o. Mas quando a vida ou mesmo o destino atrapalha, choramos e esperneamos, porque a pessoa que nos fazia tão bem nos foi tirada.
Eu simplesmente caminhava por entre as pessoas presentes; não queria chamar atenção de ninguém, apenas olhá-lo, mesmo por pouco tempo. Minha respiração estava acelerada e minhas pernas tremiam, queria poder chegar o mais rápido possível, mas elas insistiam (as pernas) a manter o mesmo ritmo.
Lembrei uma dança tão especial, que eu e ele tivemos. Nos movíamos lentamente e a sincronia era perfeita. Sentia-me calma, em paz e segura. Minha mão segurava a dele tão delicadamente, diferente de agora... Afugentei a lembrança dos meus pensamentos. Sabia que o passado era o meu ponto fraco, porque me fazia sofrer demais.
Olhei ao redor: algumas pessoas conversavam em voz baixa, outras apenas se mantinham em silêncio pensando em algo, que provavelmente, não estava aqui. Mas eu não estava aqui pra prestar atenção nas pessoas e voltei a me concentrar no meu verdadeiro foco.
Sabia que a mulher dele ia me olhar com um ar de censura e a sua irmã com um ar de atrevimento por eu ter aparecido, porém não podia importar-me com isso. Quando estava quase ao lado delas, as reações foi como havia previsto. Ignorei a presença e fiquei em frente a ele, do meu amado; a pessoa que me fazia feliz.
Olhei para as suas feições que se encontravam pálidas e toquei delicadamente em sua mão fria. As lágrimas que queria evitar, não mais pude conte-las e foram caindo, espalhando-se pelo meu rosto. Dei-me  ao luxo de ficar o olhando por mais uns minutos... Enxuguei as lágrimas e depois, com uma mão nas mãos deles e a minha outra mão na borda do caixão e lhe disse pra que apenas ele escutasse:
- Adeus meu amor...

O que acharam? Mereci o "criativo"? 
Até logo :*

domingo, 15 de maio de 2011

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Oi! (:
Estava pesquisando sobre algumas crônicas, para tentar fazer uma futuramente, e encontrei uma bastante interessante do Luís Fernando Veríssimo, então decidi postar aqui.



Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo,  ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".


Bem interessante, não? 
Até mais. :*

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O que é um amigo verdadeiro!

Oi pessoas!
Pois bem, hoje estava na aula de Língua Portuguesa e meu professor, Zoni, mostrou uma narração muito legal e achei que seria bom compartilhar.


- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor. Solicito-lhe autorização para ir buscá-lo, disse um soldado ao seu tenente.
- Permissão negada! Não quero que você se exponha por alguém provavelmente morto, gritou o oficial.
O humilde soldado retirou-se e, duas horas depois, retornou com o corpo do colega.
O superior, furioso, bradou:
- Eu não te disse que ele estava morto? Diga-me: valeu a pena arriscar-se por um cadáver?
Então o bravo soldado, moribundo, balbuciou:
- Claro que sim, senhor. Quando o encontrei, ele ainda  vivia e pôde dizer-me: "Tinha certeza de que virias..."


Esse é um bom texto para reflexão e uma boa prova de amizade. Acho que bem lá no fundo da alma, queremos ter amigos verdadeiros e capazes de nos ajudar nas horas que mais precisamos, necessitamos.
Enfim... até mais.
:*

P.S.: eu realmente não sei quem é o autor deste texto, mas em todo caso, parabéns pela obra.

domingo, 17 de abril de 2011

Gritos Silenciosos


A escuridão de uma cratera formada

O vazio que preenche a vida

Sem motivo, razão. Não há nada

O silêncio das palavras repetidas

Ecoando na solidão, desesperadas

Na noite que chora de agonia

Pelo desaparecer das estrelas infinitas


Afundando na negridão dos seus olhos

Permaneço inerte, esperando a vida

Para quê adianta gritar, se tudo está abafado

Pela chuva que cai, deprimida

Com os sentimentos confusos e expostos

À mercê de um ladrão inesperado

Que silenciosamente espera ceifar nossa lida.


O amor realmente existe?

Ou foi inventado agora?

Não consigo encontrá-lo, neste caminho triste

Em uma estrada fria e sem volta

Nesta solidão que persiste

Em acompanhar-me, nessa vida morta

Sem sentido, seguindo seus passos medíocres


sábado, 16 de abril de 2011

Correndo Atrás da Felicidade


Eu havia cometido um erro e agora precisava concertá-lo.
Seria a chance que eu me daria de ser feliz mais uma vez, só que para isso, o tempo e o destino deveriam me ajudar. Não tinha muito tempo, por isso devia agir com bastante rapidez; se eu não tentasse pela ultima vez, me arrependeria pelo resto da vida.

Perder um grande amor não é algo tão fácil de superar. Se apaixonar novamente e ser amado da mesma forma, são uma pista de que você é bastante sortudo e abençoado por Deus. Eu não queria passar por nenhuma das duas situações, apenas encontrá-lo e dizer que tudo havia passado, pois foi um grande engano, que poderíamos superar juntos.

Ao entrar no táxi, falei para o rapaz andar o mais rápido possível, pois poderia até pagar o triplo de uma corrida normal. Naquele momento, dinheiro a mais ou a menos não fazia a menor diferença, no entanto, se eu não encontrasse ali, isso sim ia fazer uma enorme diferença e eu não queria nem saber o quanto.

Chegando ao aeroporto, saí do carro e corri o mais rápido que pude até a estação de embarque, mesmo esbarrando em algumas pessoas, mas pouco me importava com elas nessa ocasião.

Parei abruptamente ao vê-lo na fila para verificação do bilhete de embarque. 
Estava do mesmo jeito como a primeira vez que o vira. Antes de entregar o bilhete à moça, deu uma olhada para trás; não sabia que estava me procurando, mas se por acaso, fosse, acabara de me encontrar.

Ao me ver, seu semblante foi de surpresa, mas se amenizou com o passar dos segundos. Suspeitei que naquele instante, minhas palavras passaram pela sua memória, relembrando nosso ultimo encontro. Sabia que tinha pegado pesado de mais, mas nós dois havíamos entrado em uma confusão sem querer, o que causou esse estrago.

Nesse momento que assumiu o controle do meu corpo foi o meu coração ou a parte emocional da minha mente, não sei explicar, pois minhas pernas me levaram ao seu encontro. Quando o vi tão perto de mim, a vontade foi de o abraçar o mais apertado possível, mas me detive; primeiramente devia explicar a situação.

- Eu... Eu não quero que você vá – minha voz falhou no começo. - precisamos conversar.

- Pensei que não fosse aparecer – ele soltou um sorriso indiferente. 

- Eu me confundi sobre aquele dia. Depois do que eu soube do verdadeiro acontecimento... Quero que me perdoe – tentei me justificar.

Ele me analisou por um instante. A demora por sua resposta fazia minha ansiedade subir a níveis altíssimos.

- Ainda bem que disse isso antes de eu embarcar no avião – ele falou.

Aquilo aliviou meu coração tremendamente. Por mais que conhecesse há um bom tempo, ainda duvidava se ia me perdoar tão facilmente.

Não resistir e o abracei da forma que eu queria, com a certeza de que não ia mais deixar a minha felicidade ir tão facilmente e ainda com a minha permissão.

                                                           ***