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sábado, 28 de maio de 2011

Um "Era uma vez..." diferente

Oi gente! (:
Faz tempo que queria postar uma crônica que gostei, mas não tive tempo durante a semana. ;/


"Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!
"


Achei interessante, principalmente a parte em que ele tenta convencer ela sobre como iria ser a vida deles juntos; isso pode ser uma comparação a independência das mulheres, em relação aos antigos modos de familia, fora entre outras criticas que o texto aborda. 
Não tirando o mérito, o autor da crônica é Luis Fernando Veríssimo
Até logo ! :*

P.S: Não relacione a imagem com o texto, é apenas para ficar bonitinho. .-.

sábado, 21 de maio de 2011

Apenas um Adeus...

Oi pessoas. (:
Hoje quero mostrar aqui uma narração que fiz e o meu professor, Zoni, corrigiu. Eu sei que preciso melhorar muito tal, mas ganhei um "criativo". Emocionante, não? rsrs...



Quando você ama alguém, a tendência não é machucar, deixar o amado... Você quer sempre estar por perto, cuidando, protegendo-o. Mas quando a vida ou mesmo o destino atrapalha, choramos e esperneamos, porque a pessoa que nos fazia tão bem nos foi tirada.
Eu simplesmente caminhava por entre as pessoas presentes; não queria chamar atenção de ninguém, apenas olhá-lo, mesmo por pouco tempo. Minha respiração estava acelerada e minhas pernas tremiam, queria poder chegar o mais rápido possível, mas elas insistiam (as pernas) a manter o mesmo ritmo.
Lembrei uma dança tão especial, que eu e ele tivemos. Nos movíamos lentamente e a sincronia era perfeita. Sentia-me calma, em paz e segura. Minha mão segurava a dele tão delicadamente, diferente de agora... Afugentei a lembrança dos meus pensamentos. Sabia que o passado era o meu ponto fraco, porque me fazia sofrer demais.
Olhei ao redor: algumas pessoas conversavam em voz baixa, outras apenas se mantinham em silêncio pensando em algo, que provavelmente, não estava aqui. Mas eu não estava aqui pra prestar atenção nas pessoas e voltei a me concentrar no meu verdadeiro foco.
Sabia que a mulher dele ia me olhar com um ar de censura e a sua irmã com um ar de atrevimento por eu ter aparecido, porém não podia importar-me com isso. Quando estava quase ao lado delas, as reações foi como havia previsto. Ignorei a presença e fiquei em frente a ele, do meu amado; a pessoa que me fazia feliz.
Olhei para as suas feições que se encontravam pálidas e toquei delicadamente em sua mão fria. As lágrimas que queria evitar, não mais pude conte-las e foram caindo, espalhando-se pelo meu rosto. Dei-me  ao luxo de ficar o olhando por mais uns minutos... Enxuguei as lágrimas e depois, com uma mão nas mãos deles e a minha outra mão na borda do caixão e lhe disse pra que apenas ele escutasse:
- Adeus meu amor...

O que acharam? Mereci o "criativo"? 
Até logo :*

domingo, 15 de maio de 2011

Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Oi! (:
Estava pesquisando sobre algumas crônicas, para tentar fazer uma futuramente, e encontrei uma bastante interessante do Luís Fernando Veríssimo, então decidi postar aqui.



Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida...

Um dia, quando os funcionários chegaram para trabalhar, encontraram na portaria um cartaz enorme, no qual estava escrito:

"Faleceu ontem a pessoa que atrapalhava sua vida na Empresa. Você está convidado para o velório na quadra de esportes".

No início, todos se entristeceram com a morte de alguém, mas depois de algum tempo,  ficaram curiosos para saber quem estava atrapalhando sua vida e bloqueando seu crescimento na empresa. A agitação na quadra de esportes era tão grande, que foi preciso chamar os seguranças para organizar a fila do velório. Conforme as pessoas iam se aproximando do caixão, a excitação aumentava:

- Quem será que estava atrapalhando o meu progresso ?
- Ainda bem que esse infeliz morreu !

Um a um, os funcionários, agitados, se aproximavam do caixão, olhavam pelo visor do caixão a fim de reconhecer o defunto, engoliam em seco e saiam de cabeça abaixada, sem nada falar uns com os outros. Ficavam no mais absoluto silêncio, como se tivessem sido atingidos no fundo da alma e dirigiam-se para suas salas. Todos, muito curiosos mantinham-se na fila até chegar a sua vez de verificar quem estava no caixão e que tinha atrapalhado tanto a cada um deles.

A pergunta ecoava na mente de todos: "Quem está nesse caixão"?

No visor do caixão havia um espelho e cada um via a si mesmo... Só existe uma pessoa capaz de limitar seu crescimento: VOCÊ MESMO! Você é a única pessoa que pode fazer a revolução de sua vida. Você é a única pessoa que pode prejudicar a sua vida. Você é a única pessoa que pode ajudar a si mesmo. "SUA VIDA NÃO MUDA QUANDO SEU CHEFE MUDA, QUANDO SUA EMPRESA MUDA, QUANDO SEUS PAIS MUDAM, QUANDO SEU(SUA) NAMORADO(A) MUDA. SUA VIDA MUDA... QUANDO VOCÊ MUDA! VOCÊ É O ÚNICO RESPONSÁVEL POR ELA."

O mundo é como um espelho que devolve a cada pessoa o reflexo de seus próprios pensamentos e seus atos. A maneira como você encara a vida é que faz toda diferença. A vida muda, quando "você muda".


Bem interessante, não? 
Até mais. :*

segunda-feira, 9 de maio de 2011

O que é um amigo verdadeiro!

Oi pessoas!
Pois bem, hoje estava na aula de Língua Portuguesa e meu professor, Zoni, mostrou uma narração muito legal e achei que seria bom compartilhar.


- Meu amigo não voltou do campo de batalha, senhor. Solicito-lhe autorização para ir buscá-lo, disse um soldado ao seu tenente.
- Permissão negada! Não quero que você se exponha por alguém provavelmente morto, gritou o oficial.
O humilde soldado retirou-se e, duas horas depois, retornou com o corpo do colega.
O superior, furioso, bradou:
- Eu não te disse que ele estava morto? Diga-me: valeu a pena arriscar-se por um cadáver?
Então o bravo soldado, moribundo, balbuciou:
- Claro que sim, senhor. Quando o encontrei, ele ainda  vivia e pôde dizer-me: "Tinha certeza de que virias..."


Esse é um bom texto para reflexão e uma boa prova de amizade. Acho que bem lá no fundo da alma, queremos ter amigos verdadeiros e capazes de nos ajudar nas horas que mais precisamos, necessitamos.
Enfim... até mais.
:*

P.S.: eu realmente não sei quem é o autor deste texto, mas em todo caso, parabéns pela obra.